28/09/2018 

OS CABELO DURO
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A gente só se fode

LP12 Vinil (Rastilho Records)

Available from 28/09/2018
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17.00 €

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Uma das mais lendárias bandas do Punk brasileiro com 30 anos de actividade! Edição em Vinil LP Amarelo transparente
Remasterizado a partir das fitas originais
45rpm

Vivemos tempos estranhos, preocupantes, intolerantes. Vivemos tempos em que a máxima de todos os brasileiros trabalhadores, honestos e lutadores permanece intacta: a gente só se fode! E este é o cenário ideal para o retorno de uma das bandas seminais do punk rock de Brasília, a capital federal! Após 12 anos sem lançar um disco, Os Cabeloduro estão de volta! Anárquicos, catárticos, escrachados e revolucionários como sempre! Com mudanças na formação que hoje em dia conta com Hélio Gazú (vocais), Guilherme (baixo), Ralph (guitarra) e Daniel Quirino (bateria), a banda apresenta seu novo trabalho. A Gente só se Fode! Faz uma alusão ao dia a dia dos brasileiros e suas dificuldades impostas pelo sistema caótico. Também faz uma brincadeira com a banda que nos últimos 27 anos de existência “só se fode por se posicionar de forma verdadeira num cenário musical hipócrita e desonesto”.
Desenhada por Tulio Dourado Carlos (DFC), a capa é uma referência aos protestos de Baltimore (EUA), com a repressão policial aos negros americanos, assim como acontece no Brasil. “É nossa mensagem contra o extermínio da juventude negra nas periferias do Brasil”, afirma Gazú. As músicas seguem o mesmo tom: são gritos de protesto com pegadas sarcásticas sobre temas atuais: politica, alienação, violência urbana e drogas. Mas a também um pouco de humor, sexo, skate e bebedeiras.
A Gente só se Fode! É um retrato do Brasil atual. A trilha sonora perfeita para esses tempos estranhos. Uma crítica aos políticos corruptos e reacionários que afrontam o estado democrático de direito; à cultura da meritocracia; aos alienados globais e o jornalismo tendencioso, aos hedonistas que só pensam em ter e se esquecem de ser; às relações virtuais e seus desejos mais obscuros; ao dia a dia dos que ralam demais e acabam se dando mal, sempre! E que termina com uma versão (?) da clássica “Águas de Março” com a temática do crack, uma “epidemia” que assola os jovens de todas as classes sociais, raças e credos! É o fim do caminho! É o fim dos tempos!
 
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Limited Edition Yellow Transparent Vinyl
Remastered from the original tapes
45rpm

OS CABELO DURO  is one of the most legendary bands of Brazilian Punk, with 30 years of existence, formed by Daniel Quirino, Hélio Gazu, Hamilton Pernão and Beto Podrinho in Guará, satellite city of Brasilia, in 1989.
We live in strange, worrying, intolerant times. We live in times when the maxim of all Brazilian workers, honest and fighters remains intact: we only get fucked! And this is the ideal setting for the return of one of the seminal punk rock bands from Brasília, the federal capital! After 12 years without releasing a record, OS CABELO DURO are back! Anarchic, cathartic, slaved and revolutionary as ever! With changes in the lineup that nowadays features Hélio Gazú (vocals), Guilherme (bass), Ralph (guitar) and Daniel Quirino (drums), the band presents their new work: “A gente só se fode”. It alludes to the day-to-day life of Brazilians and their difficulties imposed by the chaotic system. Also makes a joke with the band that in the last 27 years of existence "only fucks by positioning itself in a true way in a hypocritical and dishonest musical scenario".
Designed by Tulio Dourado Carlos (DFC), the cover is a reference to the protests of Baltimore (USA), with police repression to black Americans, as it happens in Brazil. "It is our message against the extermination of black youth in the peripheries of Brazil," says Gazú. The songs follow the same tone: they are shouts of protest with sarcastic footprints on current themes: politics, alienation, urban violence and drugs. But also a little humor, sex, skateboarding and drinking.
People just fuck! It is a portrait of Brazil today. The perfect soundtrack to these strange times. A critique of corrupt and reactionary politicians who face the democratic state of law; to the culture of meritocracy; global outsiders and biased journalism, hedonists who only think of having and forget to be; to virtual relationships and their darkest desires; to the day to day of those who grate too much and end up getting sick, always! And that ends with a version (?) of the classic " Águas de Março " with the theme of crack, an "epidemic" that plagues young people of all social classes, races and creeds! It's the end of the road! It's the end of time!
 

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