Scooping the Cranial Insides

CD (Unkown Label)

Available from 09/08/2011

10.00 €

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One of the best portuguese metal records in 2011!
GRIND GRIND GRIND!

«Uma pessoa para se considerar equilibrada deve conhecer tanto um extremo como o outro». Este foi o raciocínio que Pedro Pedra (vocalista de Grog) mencionou, nos finais da década de noventa, numa reportagem televisiva chamada “Sons do Extremo”. Pegando nesse mesmo raciocínio, irei aplica-lo sim mas na evolução da banda, entre o conteúdo do álbum de estreia “Massacre Requiems” e “Sooping The Cranial Insides”. Começando por fazer uma breve sinopse ao primeiro trabalho, “Massacre Requiems” foi lançado em 1996 pela e já extinta Skyfall Records de Luís Lamelas, foi das primeiras editoras em Portugal a declarar-se em total dedicação à nova era do underground. Com uma inconfundível estreia no mercado, os Grog contribuíram, até aos dias de hoje, com enorme importância pois deram, em plena década de noventa, o tiro de partida da cena “grindcore” e reforçaram a implementação do novo conceito de brutalidade em Portugal, espalhando a palavra, influenciando e inspirando outras bandas que foram surgindo.
 
“Scooping The Cranial Insides” é a obra mais recente, pela a marca ensanguentada pelo bisturi da holandesa Murder Records, masterizado e misturado nos MDL estúdios em Paço D’Arcos por André Tavares(guitarrista de Seven Stitches), mostra uns Grog de regresso aos álbuns de originais, dez após “Odes To The Carnivorous” datado de 2001, com um carácter dinâmico e ambicioso tal como se estivessem agora a lançar um álbum pela primeira vez. Na abertura do álbum deparamo-nos com algo original, o “Toia Mai (Haka Pow Hiri)” que é um cântico também interpretado pela selecção de rugby da Nova Zelândia, mas neste caso, acompanhado com precursão e didgeridoo, uma forma muito simbólica de intimidar o ouvinte para a “guerra” sonora que se aproxima. A brutalidade é tão presente no álbum como água a correr de uma cascata, tão pura e tão natural, em que todos os temas são exemplo disso. Com a voz de Pedro Pedra de espírito sempre jovem e irreverente e uma boa secção de tempos e contra-tempos, temos em exemplo um dos muitos temas do álbum, “Sphincterized (Materialized In Shit)”. Bem à maneira de Mozart, também em “Scooping The Cranial Insides” os instrumentos comunicam entre eles com uma sensação de “boa disposição”.

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