Estilhaços

Autor: Adolfo Luxúria Canibal

Editora: Rastilho de Letras

Idioma: Português

20.00 €

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MÃO MORTA
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Autor: Adolfo Luxúria Canibal
Nome: Estilhaços 
Editora: Rastilho de Letras | Alma Mater Books 
Língua: Portuguesa 
Primeira edição: 2003
Segunda Edição: Setembro´2019
DL: 456399/19
ISBN: 978-989-99896-5-8
Ref: RDL10003_2019
Paperback, 13x20cm, Capa Couché Mate 350gr, 256 páginas
Release date: 02/09/2019

Do prefácio
"Quando me pediram para publicar um livro com as letras que fui escrevendo ao longo destes anos, acrescidas de material inédito, a minha primeira reacção foi responder que não tinha nada na gaveta. E, de certa forma, era verdade. Tudo o que escrevi no passado, se acaso me merecia algum interesse, tinha sido publicado em edições mais ou menos clandestinas ou marginais ou tinha acabado reciclado para canções. O resto seria lixo. "
Adolfo Luxúria Canibal
Paris, Fevereiro de 2003

Indíce e capítulos
No princípio era o verbo
 
Noite transfigurada
Braga, meu amor
Poderia falar-te do amor, essa coisa
Facas em sangue
Anarquista duval
Anoitecer na r. Alexandre herculano
Rock & roll
O orçamento geral do estado
Rococó, faz o galo
Poema com rosa
Naufrágio
É tão curta a vida, meu amor
Devassa
O marinheiro
Sitiados
Carícias malícias
O ás de espadas
Florestas sem música
Rococó, faz o galo: sinopse de filme
White light / white heat
O justo equilíbrio
Orgia scherzo em fá #
De estrelas nada sei
 
Depois veio o som
 
A ver o mar
Sangue no asfalto
Irmão da solidão
Estranho prazer
B(r)osch é bom!
Loira e morena
Tá caladinha
Festim carnal
Introdução ao ritmo do camartelo e da betoneira
Cyber punk generation
E o verbo criou a mulher
Rainha de trapos
Insónias
Desengonçada de folia e beleza
O que há-de vir
Porque eu quis
Ando às voltas
O grande olho azul
Noites de perdição
Não quero mais
Lobo mau

Chegaram os mão morta
 
Oub’ lá
Chabala
Abandonada
Bófia
Aum
1º de novembro
Até cair
Freamunde acapulco
Maria, oh maria
Fado canibal
Destilo ódio
Charles manson
O divino marquês
Quero morder-te as mãos
Desejos mecânicos
Velocidade escaldante
Negra flor
Escravos do desejo
Fogo selvagem
Anjos marotos
Champanhe quente & caviar
Escorpiões com sida
Veados com fome
Delírios motores
Tu disseste
Penso que penso
Humano
Cão da morte
 
Mutantes s.21
 
Lisboa (por entre as sombras e o lixo)
Istambul (um grito)
Berlim (morreu a nove)
Amesterdão (have big fun)
Barcelona (encontrei-a na plaza real)
Paris (amour a mort)
Marraquexe (pç. Das moscas mortas)
Budapeste (sempre a rock & rollar)
 
Há já muito tempo que nesta latrina o ar se tornou irrespirável
 
Aviso à população
Adolfo luxúria canibal
Anjos de pureza
Miguel pedro
Em directo (para a teelvisão)
Menores na publicidade
Atentado no metropolitano
Falácia do rentável
José pedro moura
As tetas da alienação
Rádio variedades-hoje
Cidadão informado
É um jogo
Vasco vaz
Aldeia global
Yracub
Conferência das nações
Canção da revolta
A revolução é o remédio
António rafael
Vamos fugir
Sapo
Fim da história
Euforia na bolsa
Comércio tradicional
 
E tudo ao verbo retorna
 
Transvergências
Sobre a palavra
Em paris com o mateus
Cantar em inglês
Viva a guerra!
A arte da animação
Fervores de fé
Uma ditadura democrata
A arma do povo
Concerto em paris
Concerto em arezzo
 
Epístolas da guerra
 
O jardim
No escritório
Arrastando o seu cadáver
Os concertos rock na pç. Da república
O combate
O que vai ser de mim
Colunas de gente
Esta noite tive medo
Tenho que escrever
Grupos de bandoleiros
A cidade está deserta
A noite é o nosso dia
Nada a perder
Nós somos aqueles
Também eu acabarei por morrer
 
Francesices
 
O general inverno
“french touch”
O tempo que passa
Natal na neve
Arte contemporânea
A filha surda
O homem aos saltos
Aborto
O assalto
Chegaram os bons dias
Portugal imigrante
Barrela geral
“Gay Pride”
Regresso de férias
A “reentrée”
Vanguardas orientais
Paris
 

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